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2018: o ano do engajamento.

engajamento

Eu falei muito sobre RESULTADO nos últimos anos. Foram centenas de palestras para milhares de pessoas; conheci a realidade de dezenas de empresas; desenvolvi executivos, atletas, empreendedores, jovens líderes, enfim, mergulhei fundo, muito fundo nos fatores que levam ou não uma pessoa a alcançar o tão sonhado resultado. Esse é um dos privilégios do meu trabalho: viver intensamente tantas realidades diferentes.

Esse contexto me permite, além de desenvolver meus conceitos e metodologias, aplicá-los e extrair grandes aprendizados e reflexões que embasam a minha atuação como educador executivo. Com base nisso, vamos avaliar 2018.

2018 será um ano curioso. A recuperação da economia é uma realidade e o reflexo disso nas organizações são perspectivas muito mais otimistas e como consequência, uma energia positiva se faz presente. A confiança para ampliar os investimentos aumenta, abrem-se novas vagas de emprego e o ciclo virtuoso da economia se instala. No entanto, não podemos esquecer da Copa do Mundo e das eleições. Fatores que fogem ao nosso controle e podem interferir nos resultados.

Então, analise comigo: de um lado as oportunidades de uma economia em recuperação; do outro, fatores externos que inferem em nossa atuação. O que isso nos mostra? Vou resumir em uma única e complexa palavra: ENGAJAMENTO.

2018 será o ano do engajamento!

Para aproveitar as oportunidades e fugir dos sabotadores não podemos perder tempo com improdutividade, falta de profissionalismo, entregas medíocres e desculpas esfarrapadas. Precisamos de pessoas que façam e ponto final. É aqui que entra o engajamento. Engajamento é fazer por livre e espontânea vontade o que precisa ser feito. Esse é o conceito mais incrível que eu conheço. Logo, pessoas comprometidas não terão muito espaço nesse cenário. O comprometido precisa de controle, cobrança e motivação constante. Faz porque precisa. O engajado faz porque quer. O foco das organizações precisa estar nas estratégias, na inovação, na produtividade, na plena satisfação dos clientes. Não dá para gastar energia com reuniões intermináveis de correção de rota e cobranças cotidianas para falar a mesma coisa. As pessoas precisam se engajar e fazer o que precisa ser feito.

A pessoa comprometida faz; a engajada acredita!

Acredita em si, nas suas competências, no seu trabalho, na sua empresa, enfim, vê sentido em tudo o que faz, pois acredita em algo maior do que simplesmente executar tarefas todos os dias.

Gente engajada brilha, vai além, pensa diferente, é produtiva, ou seja, desempenha mais e melhor. Gente comprometida (sem contar os que nem comprometidos conseguem ser) são medianos, abraçam as justificativas e mesmo que tenham boa vontade, perdem-se ao longo do caminho e desaminam com as dificuldades.

As suas conquistas em 2018 serão diretamente proporcionais ao seu engajamento. Lendo isso, você se pergunta: como engajar as pessoas? Ou melhor, como me engajar? Finalizo esse artigo com uma provocação: engajamento não é uma decisão, engajamento é uma conquista. Comece a agir de forma intensa e o engajamento será conquistado.

Eu desejo um 2018 repleto de engajamento para você!

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  • Victor Sena maciel

    Ale, um comprometido pode se tornar engajado vom pro atividade ou só isso nao basta?